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Segunda-Feira, 04 de Junho de 2018, 22h:42 | A | A

MARLI VIEIRA

COLUNA: Semana conturbada, parou pra pensar nos verdadeiros motivos?

Por: Marli Vieira

Arquivo Pessoal

Arquivo Pessoal

Basta uma promessa de um pedacinho do céu meio reservado para um cristão fortalecer-se ao ponto de atravessar um deserto espinhoso, a isso damos o nome de Fé.  E basta um pouquinho de espaço para que fatos e opiniões expressados provoquem consciências a saírem do domínio dos que formulam falácias (falsidade; / fil no aristotelismo, qualquer enunciado ou raciocínio falso que, entretanto simula a veracidade; sofisma / fil na escolástica, termo usado para a caracterização do silogismo sofístico do aristotelismo, que consiste em um raciocínio verossímil, porém inverídico). Essas consciências passam a analisar o sentido das informações, visualizando novas formas de pensar e agir, e deixando assim de serem dominados por ideias implantadas que banalizam temas tão relevantes para a sociedade repensar de forma calma, analítica e só então, depois disso, abrir-se a discussões e reflexões, ponderando sempre que o que se deve ter como máximo de ganhos: “o bem comum”, e não o favorecimento de minorias.

Eis a grande questão que nosso país vive. Em maioria, brasileiros não gostam de ler, de se informarem, usam a internet para redes sociais, familiares o que é muito justo e louvável, mas não pesquisam seus deveres e seus direitos, e tão pouco as intenções dos que divulgam notícias bombásticas, “parece” ou aparentemente é o que se percebe é que é mais fácil seguir alguém, mesmo que se não tenha certeza se este é o melhor caminho, afinal é o que a maioria apoia, deve ser o melhor, então é pra lá que se vai. Por outro lado, abrir picadas dói, machuca, pode dar certo ou não, lançar ideias pode ser perigoso, é isso que é pregado à massa desde a colonização dos portugueses, e se der errado é mais fácil dizer que a culpa é do outro (chamado jeitinho brasileiro), a culpa será daquele que instigou a população e por ela foi seguido.

E assim vemos a cada semana um novo impasse, uma nova chamada bombástica que desvia a atenção de todos os outros acontecimentos nacionais ou mundiais, em suma, parece ser uma pornochanchada [substantivo feminino / cine B subgênero de filmes popularescos de baixíssima ou péssima qualidade conceptual, formal e cultural, que aos poucos estão sendo incorporados em alguns noticiários, caracterizados por cenas de nudez (e algumas novelas fazem seu papel direitinho, nem sobra tempo pra pesquisar assim, cenas de sexo explícito, ou como são chamados agora ensaios ou seminus em horários em que crianças e adolescentes estão na sala, ou se não estão, alguns ou muitos já tem seu smartphone com TV digital no próprio quarto), algumas novelas, programas de entretenimentos, e até alguns noticiários dialogam e mesclam expressões chulas, palavrões e humor frequente escatológico (Escatologia é uma teoria relativa aos acontecimentos do fim do mundo e da humanidade, ou seja, as últimas coisas que devem acontecer antes e depois da extinção da vida na Terra), e isso aparece em filmes ou alguns programas como algo banal, afinal tudo está todo dia na mídia que ficou difícil, mas não impossível,  às novas gerações assumirem posições éticas, fundamentadas em religiões cristas, firmarem-se como seres pensantes e críticos, ou ouvirem e valorizarem certas tradições e costumes familiares, e isso tem acontecido em muitos lares, talvez esse seja o grande problemas que temos a enfrentar e nem o percebamos entrar em nossas casas de forma sorrateira.

Reprodução

frase coluna

 

Infelizmente a grande preocupação é se os pais deixaram de perder seus filhos para drogas lícitas ou ilícitas, não que isso ainda não seja um problema, mas parece que os jovens tem tido um pouco mais de consciência sobre isso muito mais dos que vivenciaram as décadas de 70, 80 ou 90. Uma triste realidade que surge a cada dia é que muitos pais perdem seus filhos e filhas cada vez mais para uma mídia dominadora e cruel que dita regras de como pensar e agir diante dos grandes conflitos que vivem as famílias, onde cada vez o diálogo é mais escasso,  e a vida dos brasileiros lavadas pela mídia como roupas sujas que podem serem limpas de toda miséria e mazelas ocasionadas.

Que possamos viver conhecendo nossos direitos e nos lembremos de sempre cumprir nossos deveres, pois temos por obrigação lutar por um Brasil mais justo, não para nós, estamos aqui para fazer a diferença, para colaborar de todas as formas para que haja um Brasil mais justo para as próximas gerações, eles precisam de nós hoje para que possam ter chances amanhã. E caso não tenham percebido ainda, as igrejas cristãs, independente de denominações, estão cada vez mais cheias de jovens, e isso pode ser um pedido de socorro muito claro, uma forma de dizer que não concordam com o que se passa a sua volta e cumprem regras não porque não pensam e não são críticos, mas sim porque são muito mais inteligentes do que os julgamos ser e refletem em como agir no futuro e diante dos acontecimentos.

Conhecer, usar corretamente, controlar a si mesmo e não se deixar levar pela mídia não séria e enganosa é algo que todo brasileiro precisa levar mais em conta na educação dos filhos, principalmente nas novas gerações que estão chegando e que ainda vem por aí,  (como saber qual é boa e qual é ruim, nada é absolutamente bom que não precise melhorar e nada pose ser tão ruim que dele não se extraia algo bom, veja, assista, leia, compare e avalie, você pode, você consegue, saia do comodismo! A família é como uma planta, precisa ser regada com amor, cuidada com carinho, podada quando entra em crise, adubada com fé e oração todos os dias. Aprenda que dizer NÃO as vezes hoje é sua melhor forma de dizer SIM para o amanhã. Pense um pouco sobre isso, é só que peço.

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