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Quarta-Feira, 09 de Maio de 2018, 01h:09 | A | A

MESSIAS ROCHA

COLUNA: Segurança Pública e Eleições 2018 – Reflexões

Por: Messias Rocha

Arquivo Pessoal

Arquivo Pessoal

Sem negar a relevância dos setores da saúde e da educação devemos ter por certo que a Segurança Pública é o pé mais complexo do tripé mais demandado em todas as eleições gerais Brasil afora; nas eleições que se avizinham há outras duas demandas de peso equivalente àquelas primeiras, são elas: moralidade da politica e recuperação econômica. Em 2018 o candidato que melhor conjugar experiência administrativa, ficha limpa, preparo intelectual e conhecimento de causa e, a partir daí, ofertar a solução mais convincente para as principais demandas da população, certamente terá seu projeto “comprado” pelo eleitor mais exigente.

Para esses cidadãos não bastará aos candidatos dizer-se honesto, disparar frases sensacionalistas ou apontar o dedo para os oponentes, será necessário passar confiança ao apresentar sua história e proposições. O eleitor mais exigente cruza as informações a fim de identificar coerência. Eles assistem à exposição de um candidato tendo sempre em mente os seguintes questionamentos: quem esta falando? O que demonstra que ele sabe do que esta falando? E como ele materializará o que esta propondo?

No caso especifico da Segurança Pública, antes mesmo de começar a campanha de 2018, os eleitores mais esclarecidos já sabem que dos seis candidatos à Presidência da República mais bem colocados na ultima pesquisa data folha, feita ente os dias 11 e 13 do mês de abril, nenhum deles possui formação ou vivência na área. Haverá candidato que tentando enganar o eleitor com soluções simplistas, amparadas em um pseudo-conhecimento de causa, mas não passará. O eleitor do qual falamos, mesmo não sabendo que a constituição disciplina o exército como instituição responsável pela defesa nacional e as polícias pela Segurança Pública, ele sabe que exercito existe para matar inimigos da nação e as polícias devem proteger os concidadãos, além de reprimir praticas criminosas e gerenciar crises.

Ainda que não consiga discutir os problemas estruturais da Segurança Pública como o a desmilitarização da Polícia Militar ou o ciclo completo de polícia com a mesma desenvoltura e profundidade com que debateria economia, moralidade pública, educação e saúde, o eleitor mais exigente espera muito mais que meros golpes de frases feitas do tipo: “bandido bom é bandido morto”, “é só não roubar que não vai preso” ou “vagabundo evita o que ele teme”.  Poderia garantir com a propriedade de quem está há mais de sete anos nas duas maiores forças policiais do país que essas “soluções” não têm nenhuma sustentação no razoável; mas isto seria novidade apenas para os desavisados, porque o eleitor mais criterioso sabe que se fosse simples como alguns querem fazer parecer outros já teriam feito bem antes.

O que talvez o eleitor que procura e vota em proposta ainda não saiba é que tem um candidato que esta consultando o fórum brasileiro de segurança pública e mais outros dois grupos de especialistas para conseguir propor soluções definitivas aos problemas do setor que se arrastam por décadas na história do Brasil. Ele nunca chamou Eduardo Cunha de herói, não prestou continência para a bandeira americana, não é racista e nem homofóbico, e, para o complexo problema da Segurança Pública que tanto nos aflige apresentará soluções plausíveis, a altura das nossas expectativas. O nome dele é Ciro Ferreira Gomes, ou Cirão da Massa... como preferir.

Messias Rocha – Policial Civil no Mato Grosso.

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