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GERAL Segunda-feira, 31 de Julho de 2017, 18:41 - A | A

31 de Julho de 2017, 18h:41 - A | A

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Secretaria capacita profissionais da área de saúde em Nova Mutum



Os profissionais da Secretaria de Saúde de Nova Mutum participaram de uma capacitação ao longo da última semana. Os participantes foram médicos e enfermeiros e a capacitação foi nas áreas de diagnóstico e tratamento em sífilis.

Cerca de 50 profissionais participaram da ação, ministrada pela médica infectologista Luana Silva Rodrigues de Araújo.

“Todos os profissionais de saúde devem estar aptos a reconhecer as manifestações clínicas da sífilis, assim como a interpretar os resultados dos exames laboratoriais, que desempenham papel fundamental no controle da infecção e permitem a confirmação do diagnóstico e o monitoramento da resposta ao tratamento. Estamos recapitulando junto com os profissionais todos estes detalhes”, destacou Camila Schirmer, coordenadora da Vigilância Epidemiológica.

SÍFILIS

A sífilis é uma infecção bacteriana de caráter sistêmico, curável e exclusiva do ser humano.

A infectividade da sífilis por transmissão sexual é maior (cerca de 60%) nos estágios iniciais (primária, secundária e latente recente), diminuindo gradualmente com o passar do tempo (latente tardia e terciária).  Essas lesões são raras ou inexistentes por volta do segundo ano da infecção. A maioria das pessoas com sífilis tende a não ter conhecimento da infecção, podendo transmiti-la aos seus contatos sexuais. Isso ocorre devido à ausência ou escassez de sintomatologia, dependendo do estágio da infecção. Quando não tratada, a sífilis pode evoluir para formas mais graves, costumando comprometer especialmente os sistemas nervoso e cardiovascular.

Em gestantes não tratadas ou tratadas inadequadamente, a sífilis pode ser transmitida para o feto (transmissão vertical), mais frequentemente intraútero (com taxa de transmissão de até 80%), embora a transmissão também possa ocorrer na passagem do feto pelo canal do parto. A probabilidade da infecção fetal é influenciada pelo estágio da sífilis na mãe e pela duração da exposição fetal.  Pode haver consequências severas, como abortamento, parto pré-termo, manifestações congênitas precoces ou tardias e/ou morte do recém nascido.

 Fonte:Assessoria



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