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GERAL Segunda-feira, 10 de Junho de 2024, 21:37 - A | A

10 de Junho de 2024, 21h:37 - A | A

GERAL / CONTROLE NAS FINANÇAS

Governador Mauro Mendes pede "cautela" aos Poderes após sinal amarelo no Paiaguás

Governador descartou aumentar impostos no Estado

Brenda Closs/Folhamax



Após acender um "sinal amarelo" na economia do Estado, o governador Mauro Mendes (União) pediu para que os poderes Legislativo e Judiciário trabalhem com precaução em função da queda da arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) além da quebra da safra de soja de 2024. 

"Esse controle de receita e despesa faz Mato Grosso ser um dos estados que mais investe. Quando a gente dá um sinal de alerta é de cuidado, de ir com calma, a nossa arrecadação de ICMS diminuiu, e agora no segundo semestre a gente vai perceber isso mais. Todo mundo tem que trabalhar com um pouco de precaução, todos os Poderes", alertou em entrevista à rádio CBN Cuiabá, nesta segunda-feira (10). 

Na última semana, o gestor avisou que é momento de cautela para com o gasto público. A diminuição impacta diretamente na arrecadação tributária do Estado, influenciando consequentemente em obras e ações promovidas pelo Governo. Além disso, segundo o governador informou anteriormente, a receita cresceu 5% enquanto as despesas dobraram e chegaram a aproximadamente 10%. 

Apesar disso, o chefe do Executivo Estadual garantiu que aumentar os impostos aos mato-grossenses está fora de cogitação. Na avaliação dele, a alternativa será o controle de gastos, apertando o cinto com receita e despesas para que a queda na arrecadação também não atrapalhe o andamento das obras e investimentos por todo o Estado. 

"Na prática significa que a gente tem que cuidar mais das finanças, apertar os controle de gastos, porque não tem possibilidade de aumentar impostos em Mato Grosso, não faremos isso sob hipótese alguma, mas temos que cuidar no dia a dia das nossas despesas, evitar que elas fujam do controle, controlar o gasto da máquina pública, é importante manter o ritmo de investimento", explicou. 



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