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GERAL Segunda-feira, 13 de Março de 2017, 16:57 - A | A

13 de Março de 2017, 16h:57 - A | A

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Professores de MT aderem a movimento e paralisam aulas na próxima quarta



Docentes e demais profissionais dos três níveis da educação devem suspender aulas contra a PEC da Previdência.

Professores das redes federal, estadual e municipais devem paralisar as aulas na próxima quarta-feira (15), em adesão a movimentação nacional contra a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 287/2016, que muda as regras da Previdência Social.

As paralisações em Mato Grosso foram confirmadas pela Adufmat (Associação dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso), Sintep (Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso) e Adunemat (Associação dos Docentes da Unemat).

O movimento paredista deve atingir todos os Estados do País e inaugura um calendário de mobilizações de centrais sindicais e movimentos populares contra a aprovação da PEC.

A proposta apresentada ao Congresso Nacional pelo governo Michel Temer (PMDB) estabelece idade mínima de 65 anos para homens e mulheres poderem se aposentar e exige contribuição de 49 anos para que o trabalhador possa receber o valor integral do salário. Alguns benefícios também poderão ser desvinculados do salário mínimo, diminuindo o valor da aposentadoria ao longo do tempo.

“Vamos participar intensamente da manifestação para cobrar nossos direitos. Todos os trabalhadores da rede municipal, estadual e federal vão paralisar suas atividades para cobrar o cancelamento da proposta que muda as regras da previdência”, disse o professor João Custódio, presidente do Sintep em Cuiabá.

Professores da UFMT decidiram pela aprovação a adesão ao movimento em assembleia geral na última quinta-feira (9). A manifestação deve ser realizada por docentes, estudantes e técnicos administrativos na praça do Restaurante Universitário (RU) durante a manhã da próxima quarta-feira. No período da tarde, se reúnem com outros trabalhadores na Praça Alencastro, no Centro de Cuiabá.  

Eles aproveitam a movimentação para também protestar contra situação específica da universidade, de pagamento 28,86% de reajuste salarial, aprovado em 1996 pela Justiça, mas que vem sem pago de forma intermitente.

Hoje, a Procuradoria Geral tenta negociar com a direção da UFMT a suspensão do reajuste. Os professores afirmam que responderão à eventual aprovação do acordo com greve geral.

Fonte:CircuitoMT



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