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MARLI VIEIRA Quinta-feira, 08 de Março de 2018, 16:06 - A | A

08 de Março de 2018, 16h:06 - A | A

MARLI VIEIRA / MARLI VIEIRA

COLUNA: O Dia da Mulher

Marli Vieira
Nova Mutum



Hoje é o Dia Internacional da Mulher, logo vem à mente, rosas vermelhas, chocolates, flores várias, presentes.

Mas existe um pequeno porém, nesse dia, como em todos os outros devemos tomar consciência dos abusos sexuais e violências domésticas sofridas por elas.

São várias as agressões, desde o bullying com algumas no trabalho, pos motivos são por algumas por não se destacarem e com outras por se destacarem muito. De uma forma ou de outra existe uma desunião entre as próprias mulheres que precisa acabar, é um muro que se deve ser posto por abaixo, derrubado definitivamente, pois isso enfraquece a força que elas possuem juntas em todos os setores e no mundo.

Muitas mulheres sofrem o desamor dos pais e em determinada fase da vida isso culmina, e o remédio é a sala de um terapeuta, infelizmente.

Existem também varias outras formas de agressão que muitas desconhecem e já está embasado em Lei, o abandono emocional, afetivo, que gera na mulher seja ela criança ou adolescente, jovem ou adulta, e a fase idosa, uma das que mais sofrem desse tipo de abuso ultrajante, geram humulhação e baixo autoestima.

Veem-se na televisão tantos cuidadores que ao invés de tratarem o idoso com carinho, e são bem pagos para isso, ao contrário lhes desferem agressões leves e em alguns casos violentos, isso quando a agressão não vem da própria família.

Divulgação

Coluna Marli Vieira

 

Como podem observar, há muito que se discutir no Dia Internacional da Mulher. As brasileiras, as mato-grossenses, as mutuenses precisam e devem abrir as cortinas e começarem os debates em Congressos ou Reuniões organizadas com pessoas e palestrantes da própria cidade, não se faz necessário chamar alguém de fora.

Tem-se aqui pessoas altamente capacitadas e dedicadas a estudos que podem ajudar a todas, num rodizio e motivação juntado à experiência de cada uma, tem-se um panorama da realidade local e é nesse panorama que deve estar o foco dos representantes dos mais várias segmentos governamentais e não governamentais, empresarias e trabalhadoras, é disso que se faz algo de bom acontecer e algo ruim ser reprimido, debates, as mulheres precisam dizer o que pensam e como querem e precisam ser tratadas, muito silêncio já foi feito, muitas mortes esquecidas, muitas feridas que deixaram cicatrizes e estão a mostra, e muitas coisas acontecem bem debaixo no nosso nariz e muitas vezes não queremos nos envolver e mais vítimas se calam, sentem vergonha, como se elas fossem o agressor e não a vítima, elas não precisam e não podem ser confundidas com o agressor, independente da situação ou local onde aconteceu e como aconteceu.

Vítimas são vítimas e agressores são agressores, independente se é físico ou verbal, continua sendo agressão!

E então, o que será feito?

O que e como cada um pode contribuir?

 



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