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GERAL Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2018, 17:16 - A | A

10 de Janeiro de 2018, 17h:16 - A | A

GERAL / Nova Mutum

Taxa de coleta de lixo será cobrada na fatura de água do mês de fevereiro

Assessoria



O Município de Nova Mutum, tendo o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) como parceiro, passará a arrecadar a partir de janeiro a taxa de coleta de lixo domiciliar. As faturas da conta de água emitidas a partir do dia 09 de janeiro, com vencimento para fevereiro, já virão com o valor da taxa.

A cobrança foi regulamentada em Nova Mutum através da Lei Comp. nº 089/2012, que dispõe sobre o Código Tributário do Município, e da Lei Comp. nº 105/2013 (alteração da primeira). A medida atende ainda a Lei Federal 11.445/07, segundo a qual os serviços públicos de saneamento básico têm a sustentabilidade econômico-financeira assegurada mediante remuneração pela cobrança dos mesmos.

A não arrecadação desta taxa implica em utilizar recursos de outros setores essenciais como a saúde e educação e, dessa forma, prejudicar a qualidade dos serviços prestados para a população. Entre as justificativas, a diretora do SAAE, Carmem Casagrande, acrescenta que “os municípios que não têm a taxa de manejo do lixo legalmente instituída e sendo arrecadada perdem o direito a uma série de recursos federais”.

Atualmente parte do lixo domiciliar produzido em Nova Mutum pelas residências e empresas é levado para o aterro sanitário no Distrito de Primaverinha, município de Sorriso. Nos últimos três anos foram gastos cerca de R$ 12 milhões de reais com a coleta, transporte, transbordo, tratamento, destinação e disposição final ambientalmente adequada dos resíduos sólidos.

VALORES

De acordo com o disposto na legislação, as residências com testada de até 15 metros pagarão uma taxa mensal de R$ 3,15. Para as casas com testada acima de 15 metros o valor mensal será R$ 4,20. Nos imóveis comerciais será cobrado R$ 0,32 por metro linear de testada. Imóveis com mais de uma edificação (quitinetes, apartamentos, salas comerciais, etc.) pagarão por unidade geradora de resíduos. Os valores cobrados estão com base na Unidade Padrão Fiscal Municipal (UPFM) que atualmente é R$ 2,52.

“Na coleta do lixo orgânico, infelizmente, ainda há muito material passível de reciclagem como plástico, papel e metal. Como pagamos por peso no Aterro Sanitário, isso acaba onerando o município, pois é um tipo de lixo que não precisaria estar indo para lá, e sim para a coleta do Reciclo, que aliás tem um custo de operação menor, sem falar na redução do impacto ambiental e no apoio à associação de reciclagem”, informa Carmem.



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