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Quinta-Feira, 26 de Março de 2020, 20h:40 | A | A

ECONOMIA

Sinop: Prefeita segue decreto do governo e libera funcionamento de empresas; aulas ficam suspensas

Por: Só Notícias

Foto: Assessoria

Foto: Assessoria

A prefeita de Sinop, Rosana Martinelli, acaba de anunciar que o município seguirá as orientações contidas no decreto do governo de Mato Grosso e está revogando a decisão anterior que suspendia funcionamento, por 15 dias, de aproximadamente 12 mil empresas do setor comercial e prestadores de serviços, que podem voltar a funcionar a partir desta sexta-feira. O fechamento começou na última segunda-feira como uma das medias para prevenir contágio do Coronavírus. As escolas continuam com as aulas suspensas até cinco de abril.

“Hoje, o governador normatizou e pacificou as questões econômicas em Mato Grosso. Muitas já vão ao encontro dos decretos que venho anunciando quase que diariamente. Quanto às novas determinações, o caminho é claro: vamos seguir as normativas do Estado. Lembrando que até o momento não recebemos as ajudas e suporte que o Governo Federal tem anunciado para a saúde e nem quando e de que forma será esse apoio”, disse a prefeita.

O alerta que faço neste momento é de que, com as medidas anunciadas hoje voltadas à economia, voltaremos a ter um grande número de pessoas circulando em nossa cidade. Uma vez que, aumentando o número de casos suspeitos e doentes, a sobrecarga será na UPA e nos postos de saúde”, disse Rosana. “Então, eu peço que os empresários de Sinop sigam o decreto e adotem todas as medidas de prevenção e higienização necessárias. Essa responsabilidade também é de vocês de agora em diante”, expôs. “Quero lembrar, ainda, que as aglomerações em espaços públicos, feiras, academias e eventos em geral, ainda estão proibidos conforme decreto do Estado”, esclareceu. Sinop não tem casos da doença e 33 suspeitos estão sendo investigados

“Há alguns dias o governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, nos alertou a adotar medidas rígidas para garantir o isolamento social por 15 dias, que, conforme as autoridades de saúde, é a forma mais segura de prevenção ao coronavírus. São esforços para salvar vidas e evitar o colapso do sistema de saúde em todo o Brasil, até o final de abril, conforme projeções oficiais”. “Enquanto prefeita, criei o Gabinete de Situação para agirmos. Desde então, seguimos as orientações da Organização Mundial de Saúde e do ministério da Saúde, sempre mantendo diálogo com os governos Federal e Estadual, sempre pensando na saúde do cidadão sinopense e na preservação da nossa economia”.

Rosana também deixou claro que “não poderia, jamais, fugir às minhas responsabilidades de prefeita e cidadã com o povo de Sinop. Foi preciso coragem e responsabilidade para tomar decisões que afetam diretamente a vida de todos nós, enquanto não havia qualquer orientação clara e específica por parte do governo do Estado quanto à economia. Consultamos médicos e especialistas da saúde. Mantive diálogo aberto com as entidades, associações, segmentos sociais e empresariais e também com o povo, pensando na saúde e na economia. Nenhuma das nossas decisões foi tomada de forma isolada. A nossa gestão sempre foi e será compartilhada”, acrescentou.

Ela concluiu com reforçando “apelo ao povo de Sinop: saia de casa apenas nos casos de extrema necessidade. Essa luta pela saúde é de todos nós!”.

Atividades econômicas que podem funcionar com base no decreto do governo do estado – supermercadistas de pequeno, médio e grande portes, atacadista e pequeno varejo alimentício; padarias, para retirada de produtos no local ou na modalidade delivery; restaurantes, cafés e congêneres localizados em áreas urbanas para retirada no local ou por delivery assim como lojas de conveniência, bares e distribuidoras de bebidas, açougues e peixarias, distribuidoras de gás de cozinha; agências bancárias e loterias, utilizando o protocolo de segurança visando evitar a aglomeração de pessoas na área interna e externa do estabelecimento; hospitais, clínicas e serviços de assistência à saúde humana e de animais; assistência social e atendimento à população em estado de vulnerabilidade; farmácias e drogarias;

O governo também libera funcionar comércio de alimentos e medicamentos destinados a animais; atividades de segurança pública e privada, incluídas a vigilância, a guarda e a custódia de presos; estabelecimentos que comercializam peças automotivas, materiais elétricos e de construção, preferencialmente atendendo delivery, observados os casos emergências; produção, distribuição e comercialização de combustíveis e de derivados, inclusive postos de combustíveis; prestadores de serviços de manutenção de elevador, ar condicionado, rede elétrica e abastecimento de água; oficinas mecânicas; restaurantes e congêneres localizados em rodovias estaduais; transporte e circulação de mercadorias e insumos para as atividades listadas nos artigos 2º e 3º; telecomunicação e internet; serviço de “call center”; captação, tratamento e distribuição de água; captação e tratamento de esgoto e de lixo; geração, transmissão e distribuição de energia elétrica e de gás; serviços relacionados à tecnologia da informação e de processamento de dados “data Center” para suporte de outras atividades previstas neste decreto;

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